Não sei no que você acredita, mas quando olho aqueles desenhos da evolução humana, tipo a teoria de Darwin, gosto de perceber como eles mostram o corpo se transformando ao longo do tempo, se adaptando ao que era necessário para sobreviver.
Se a gente trouxer isso para hoje, já vi muitas pessoas falando que, se seguíssemos essa lógica, talvez estivéssemos cada vez mais curvados por causa da forma como usamos o celular. E isso diz muito sobre a nossa capacidade de adaptação.
Pensando assim, às vezes parecemos um camaleão, nos moldando à realidade do momento.
Agora leva isso para a mente.
Você acha mesmo que ela não se adapta também? Que ela não se molda aos pensamentos, à energia e à frequência que você vive todos os dias?
Eu penso na minha avó, que trabalhou a vida inteira na roça e hoje tem o corpo curvado. E não estou falando de pensamento positivo vazio, mas de perceber para onde a gente está se inclinando por dentro.
Talvez seja mais sobre buscar um jeito mais leve de olhar para a vida, não para ignorar o que existe, mas para não ir se curvando a tudo. Para conseguir, de alguma forma, se ajustar sem perder a própria postura.
Li uma frase que ficou comigo: “tua mente se tornará a forma que habita com mais frequência, pois o espírito humano é colorido por tais impressões”.
E aí eu te pergunto: qual é a cor do seu pensamento hoje?
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